5 Jun 2006 | Ignatz



Interview & musical session with the Brussels based artist Ignatz

Ignatz, heterónimo de Bram Devens, é responsável por uma das estreias mais entusiasmantes dos últimos tempos. Belga da metade flamenga, a sua música bebe inspiração nos velhos blues man norte-americanos, na psicadelia nipónica e em algum minimalismo. Com o auxílio de uma guitarra clássica e de uma velha pedaleira de efeitos, Ignatz constrói uma música sonâmbula, afogada em camadas de distorção e pontuada por pequenas melodias vocais. Os mais atentos não perderam a oportunidade de o ver na última noite do festival Where’s The Love, organizada pela ZDB em Maio último.

Bram recebeu-nos em sua casa, na Zona Este de Bruxelas. Apesar da sua timidez, acentuada pelo seu tom de voz baixo, não se esquivou a nenhuma questão e até nos brindou com uma pequena sessão de improviso, qual Peel Sessions. Contou-nos, entre muitas outras coisas, sobre a sua passagem por Lisboa, sobre a sua paixão pela banda desenhada e sobre uma cumplicidade partilhada com um Sunburned Hand of the Man.
A totalidade da entrevista pode, ainda, ser consultada no webzine
bodyspace.

Ignatz is oddly glorious. (...) Listen carefully and you will catch the real American folk revival unfolding, not the bearded acoustics of handsome hippies and earnest neo-troubadours. It lies behind them and beneath them, and yes, even in Brussels. The music is noisy and untrammeled. It does not speak of clouds and it does not speak of justice. But it will occasionally undertake the hard work of all true folk music, which is reckoning with the gravity of the past. And at its best, it will find the New World old again, ineluctably old. Pitchforkmedia

“It recalls the lo-fi contrariness of Alastair Galbraith and even the inscrutable shadings of Mississippi John Hurt or Bascom Lamar Lunsford on Hearry Smith’s Anthology Of American Folk Music. Combned with a certain amount of lurch and give between the sampled parts, an atmosphere of sleeptalking and sleepwalking prevails” Wire

“It´s almost as if this were some long lost future edition of Harry Smith´s Anthology of Alien Folk Music, with Ignatz simultaneously channelling Roscoe Holcomb and Fennesz. Alien Ambient Appalachia maybe. Future Folk? New Weird Belgium? Whatever this is, it´s dark and dense and thick and warm and weird and lovely and one of the weirdest most wonderful things we´ve heard.” Aquarius

“One of last year’s most impressive debut albums (...)Perfect music for dark and stormy Autumn nights” Foxy Digitalis

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